PIRANHA PRETA

Peixe de escamas; corpo romboidal, alto e comprimido; mandíbola saliente e dentes afiados. A coloração é uniforme, variando do cinza ao preto nos indivíduos adultos; os jovens são mais claros com manchas escuras. Alcança 40 cm de comprimento e é a maior piranha da Amazônia.

Distribuição Geográfica: Bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins

Ecologia: A Piranha-preta ocorre em rios de águas claras e pretas e os indivíduos são solitários. Espécie carnívora, alimenta-se de peixes e invertebrados.

Equipamentos: Os equipamentos mais recomendados são do tipo médio. As linhas devem ser de 14 a 20 lbs. Os anzóis devem variar dos n° 3/0 a 6/0.

Iscas: Peixes em pedaços, vísceras e iscas artificiais de meia água.

Dicas: O pescador deve ter muito cuidado ao manusear esse peixe, pois qualquer descuido pode acabar em acidente sério.

A Piranha Preta é, muitas vezes, a salvação da pescaria.  Quando nada se consegue pescar, eis que surge a "bruta" oferecendo uma boa briga e o prazer de não se voltar na completa frustração. Ela é diferente da Piranha Branca: - por ser solitária, é menos agressiva, não impedindo que se tome banho onde elas habitam. Por isso, elas também devem ser preservadas.

Ela também proporciona momentos de pura adrenalina. É voraz e extremamente corajosa. Sua presença é temida por outros peixes. Seus ataques são violentos e avariam as iscas artificiais do pescador esportivo. Atacam geralmente em pequenos cardumes e ao ser fisgada dá trancos com a cabeça no intuito de livrar-se do anzol. São as maiores da espécie e é extremamente perigoso o seu manuseio quando fora d’água.

Comentários: Murilo Menezes

topo

 

Fonte: Pesca Amadora - Brasil  -  Empresa das Artes/Abril Multimídia/Embratur

Uma publicação obrigatória na bagagem de todo pescador esportivo.